Close Menu
  • Home
  • Artigos
    • Entretenimento
      • Games
      • Fotografia
      • Smart Life
      • Vídeo Imagem e Som
    • Internet
      • Compras
      • Curiosidades
      • Sites e Web
      • Social Media
    • Mobile
      • Android
      • Mobile
    • Tecnologia
      • Auto
      • Computador
      • Definição
      • Eletrônica
      • Tech
      • Redes
      • Modelagem e Impressão 3D
    • Sistemas
      • Linux
      • Mac e iOS
      • Windows
      • Desenvolvimento
      • Software
      • Escritório
      • Segurança
  • Analises
    • Apps
    • Ferramentas
    • Jogos
    • Produtos
    • Serviços
  • Notícias
    • Entretenimento
      • Diversos
      • Internet
      • Games
      • Fotografia
    • Tech
      • Mobile
      • Gadgets
      • Hardware
      • Tecnologia
      • Programas
      • Segurança Digital
    • Mundo
Facebook X (Twitter) Instagram
TopGadgetTopGadget
  • Home
  • Artigos
    • Entretenimento
      • Games
      • Fotografia
      • Smart Life
      • Vídeo Imagem e Som
    • Internet
      • Compras
      • Curiosidades
      • Sites e Web
      • Social Media
    • Mobile
      • Android
      • Mobile
    • Tecnologia
      • Auto
      • Computador
      • Definição
      • Eletrônica
      • Tech
      • Redes
      • Modelagem e Impressão 3D
    • Sistemas
      • Linux
      • Mac e iOS
      • Windows
      • Desenvolvimento
      • Software
      • Escritório
      • Segurança
  • Analises
    • Apps
    • Ferramentas
    • Jogos
    • Produtos
    • Serviços
  • Notícias
    • Entretenimento
      • Diversos
      • Internet
      • Games
      • Fotografia
    • Tech
      • Mobile
      • Gadgets
      • Hardware
      • Tecnologia
      • Programas
      • Segurança Digital
    • Mundo
Facebook X (Twitter) Instagram
TopGadgetTopGadget
Home»Tecnologia»Telescópio da NASA deve reentrar na atmosfera nesta semana; destroços podem atingir a Terra
Tecnologia

Telescópio da NASA deve reentrar na atmosfera nesta semana; destroços podem atingir a Terra

By Kayobrussy Guedes5 Mins Read
WhatsApp Telegram Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Tumblr Copy Link Email

Após quase 22 anos em órbita, o observatório Swift encerrou suas operações científicas e deve voltar à atmosfera terrestre nos próximos dias. A maior parte da estrutura deve se desintegrar, mas alguns fragmentos podem sobreviver à reentrada.

O telescópio espacial Neil Gehrels Swift, da NASA, está se aproximando do fim de sua trajetória em órbita. A previsão é que o observatório reentre na atmosfera terrestre nesta semana, após uma tentativa frustrada de prolongar sua vida útil. Embora a maior parte da estrutura deva queimar durante a descida, alguns componentes podem resistir ao calor e chegar à superfície.

A data exata ainda é incerta. Em uma previsão consultada em 2 de novembro, a The Aerospace Corporation estimava a reentrada para 4 de novembro, com uma margem de erro de aproximadamente 26 horas. Outras projeções divulgadas pela imprensa apontavam para uma possível queda por volta de sexta-feira, dia 6. Como a descida não pode ser controlada, essas estimativas podem mudar.

O retorno à atmosfera não significa que o telescópio inteiro cairá intacto. Segundo informações divulgadas pela NASA e pela Associated Press, a espaçonave tem massa aproximada de 1,5 tonelada, mas a maior parte deve se desintegrar durante a passagem pelas camadas mais densas da atmosfera. Peças de tungstênio, metal bastante denso, e alguns componentes dos espelhos estão entre os elementos que podem sobreviver ao processo.

América do Sul está entre as regiões que podem cruzar a trajetória

A trajetória prevista para a reentrada abrange uma faixa do planeta que inclui partes da África, Austrália, Índia, Sudeste Asiático, América Central e América do Sul. Isso não significa, porém, que os destroços atingirão necessariamente alguma dessas regiões.

A maior probabilidade é que eventuais fragmentos caiam no oceano, considerando a extensa cobertura marítima da Terra. Ainda assim, não é possível determinar antecipadamente um ponto exato de impacto enquanto persistir a incerteza sobre o momento e a trajetória final da reentrada.

O objeto é acompanhado por sistemas de monitoramento espacial, que refinam as previsões à medida que novas informações sobre sua órbita ficam disponíveis. Até o momento, as informações consultadas não indicam um local confirmado para a queda dos possíveis fragmentos.

Tentativa de resgate não conseguiu salvar o telescópio

O destino do Swift começou a ficar mais claro depois que a NASA e a empresa Katalyst Space Technologies tentaram elevar sua órbita com uma espaçonave robótica chamada LINK.

Lançada em 3 de julho de 2026, a missão pretendia alcançar o observatório, capturá-lo e conduzi-lo a uma órbita mais alta. A operação, entretanto, enfrentou problemas no sistema de controle de atitude da LINK, que comprometiam sua capacidade de se orientar e realizar a aproximação com segurança.

Em agosto, a NASA confirmou que a espaçonave não conseguiria capturar nem elevar o Swift. A LINK continuou realizando testes tecnológicos, mas acabou reentrando na atmosfera em setembro, encerrando a tentativa de resgate.

Sem a elevação orbital, o Swift continuou perdendo altitude por causa do arrasto atmosférico. O problema foi agravado pela atividade solar intensa dos últimos anos, que aquece e expande as camadas superiores da atmosfera, aumentando a resistência enfrentada pelos objetos em órbita baixa.

Em 20 de outubro, o observatório chegou a aproximadamente 275 quilômetros de altitude. Nesse nível, o arrasto atmosférico impedia que seus instrumentos mantivessem a estabilidade necessária para observações astronômicas. A equipe encerrou as operações científicas e preparou a espaçonave para o fim da missão.

Uma missão de dois anos que durou quase 22

Lançado em 20 de novembro de 2004, o Swift foi projetado inicialmente para uma missão científica de dois anos. O observatório, no entanto, continuou trabalhando por quase 22 anos, contribuindo para pesquisas sobre alguns dos fenômenos mais energéticos do Universo.

Sua principal função era detectar explosões de raios gama, eventos extremamente energéticos associados, entre outros fenômenos, à morte de estrelas massivas e à colisão de estrelas de nêutrons. Como essas explosões podem desaparecer rapidamente, a capacidade de identificar um evento e direcionar os instrumentos para sua região de origem era um dos principais diferenciais do telescópio.

O Swift também observou supernovas, buracos negros, cometas e outros objetos celestes. Ao longo da missão, registrou mais de 2 mil explosões de raios gama e cerca de 1.400 eventos relacionados a estrelas em explosão, segundo os dados divulgados pela equipe da missão.

Outra contribuição importante foi alertar outros observatórios sobre eventos recém-detectados. Com essas informações, telescópios como o Hubble e o James Webb puderam realizar observações complementares e investigar determinados fenômenos com maior profundidade.

O que acontece agora?

Com o encerramento das operações científicas, o Swift entra na etapa final de sua trajetória. A reentrada deve ocorrer sem controle direto da espaçonave, e as previsões continuarão sujeitas a alterações até mais perto do evento.

O fim da missão também deixa um desafio para a comunidade científica: preservar a capacidade de detectar rapidamente explosões cósmicas e outros fenômenos transitórios. Os dados acumulados pelo observatório continuarão disponíveis para pesquisas, mesmo depois que a espaçonave deixar de existir.

A queda marca o encerramento de uma missão que superou em mais de dez vezes sua duração científica inicialmente prevista. Embora alguns fragmentos possam sobreviver à reentrada, não há motivo para interpretar a faixa de trajetória como uma previsão de impacto em uma cidade ou região específica.

destaque

Related Posts

RTX 2080 Ti com 22 GB de VRAM surpreende em testes

Windows 11 26H2 chega a todos os PCs; atualização do Windows 10 continua gratuita

iPhone 18 Pro poderá provar criptograficamente que uma foto é real

YouTube RSS
  • Home
  • Privacidade
  • Termos de Uso
  • Cookies
  • Fale Conosco
TopGadget - © 2019-2026 Alguns direitos reservados!

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Bloqueador detectado
Bloqueador detectado
Nosso site é gratuito e somos mantidos por investidores publicitários. Por este motivo, bloqueadores de anúncios não são permitidos. Se desejar poderá criar uma conta sem anúncios.